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Debaten en Miami polémicos fallos judiciales en el gobierno de Correa

La República - EFE 10/03/2017

El presdiente Rafael Correa, en el Enlace Ciudadano del 31 de diciembre de 2017. Foto de la Presidencia de la Repùblica. (La Republica)

El presdiente Rafael Correa, en el Enlace Ciudadano del 31 de diciembre de 2017. Foto de la Presidencia de la Repùblica. (La Republica)

El libro “Fallos judiciales que violan derechos humanos en Ecuador: Seis estudios de caso” fue presentado hoy en la Universidad de Miami (UM) con un debate en el que algunos de los participantes advirtieron de la necesidad de estar atentos para evitar situaciones parecidas en EE.UU.

El libro, publicado en octubre de 2016 por el Inter-American Institute for Democracy y la Inter-American Bar Association, presenta seis fallos judiciales que a juicio de sus autores ponen en evidencia los atropellos que sufren los derechos humanos en Ecuador y la falta de independencia del Poder Judicial.

Entre los casos expuestos está el de un hombre condenado por un tuit en el que sugirió que un alto cargo público había llegado al puesto por las relaciones de su familia y el de otro que aplaudió las afirmaciones que alguien hizo en una manifestación pacífica.

El libro aborda también el caso de los canales TC-Televisión y Gamavisión, incautados en 2008 por la Agencia de Garantía de Depósitos de Ecuador (AGD) junto a otros activos del grupo empresarial Isaías, y otros relacionados con la criminalización de la protesta pacífica en ese país andino desde la llegada de Rafael Correa a la Presidencia hace diez años.

Los autores del libro son Daniela Salazar Marín, Jaime Vintimilla Saldaña, Jorge Zavala Egas, Fabricio Rubianes Morales, Carlos Manosalvas Silva y Rafael Paredes Corral, todo ellos reconocidos especialistas en leyes. Cada uno de ellos expuso un caso.

En el debate realizado hoy en la Facultad de Derecho de la Universidad de Miami representantes de las dos entidades que han publicado el libro sobre Ecuador subrayaron que están en marcha dos proyectos similares sobre procedimientos judiciales en Venezuela y Bolivia.

“No podemos decir que hay democracia en un país cuando no hay libertad de expresión“, subrayó la profesora Caroline Mala Corbin, de la Facultad de Derecho de UM y una de las participantes en el debate organizado para presentar el libro.

Mala Corbin hizo hincapié en la importancia de una prensa libre para frenar los abusos del poder y, al igual que su colega el profesor Craig Trocino, especialista en casos de personas condenadas por crímenes que no cometieron, subrayó que hay que evitar el pensar que casos como los analizados en el libro sobre Ecuador están lejos de la realidad actual de Estados Unidos o nunca han sucedido aquí.

Por eso ambos llamaron a estar “conscientes” de que hay motivos de “preocupación” en este país, como los proyectos de ley en varios estados para criminalizar las protestas o los ataques a la prensa o al poder judicial por parte del Poder Ejecutivo.

Bjorn Arp, de la Inter-American Bar Association, subrayó que el libro de los académicos ecuatorianos pone en evidencia los desafíos que los organismos internacionales tienen para ayudar de manera efectiva a las víctimas de violaciones de los derechos humanos.

Muchas personas solo pueden recurrir a esas organizaciones para tratar de “obtener que se les restituya su dignidad“, señaló.

Steve Harper, del Inter-American Institute for Democracy, manifestó por su parte que el libro sobre Ecuador demuestra que “la falta de independencia judicial da como resultado violaciones de los derechos humanos“.

Ecuador se encuentra en plena campaña electoral para la segunda vuelta de las elecciones del 2 de abril, en las que los ciudadanos elegirán al sucesor del actual presidente, Rafael Correa, quien dejará el poder en mayo tras gobernar durante diez años.

El candidato del movimiento oficialista Alianza País (AP, izquierda) Lenín Moreno, y el del movimiento opositor CREO (centro derecha), Guillermo Lasso, se medirán en una segunda vuelta, al ser los dos aspirantes más votados de entre los ocho que optaron a la Presidencia en la primera vuelta del 19 de febrero.

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      O Ministério Público Federal da Argentina recomendou que uma corte de apelação rejeite uma tentativa dos advogados dos autores da ação de executar nesse país uma sentença equatoriana fraudulenta de $9,5 bilhões contra a Chevron Corporation, que tem sua matriz nos Estados Unidos.